Mil vezes mais lindo ao vivo. (Taken with instagram)
Chuva e sol intermitentes. Internet idem, e que só funciona até o telefone tocar. Calor. Suor, muito. Barulho de trânsito, de engarrafamento, da igreja que faz vigílias quase diárias e me faz compreender por que Deus permitiu que a granada de mão fosse inventada. Voltar a ver amigos, voltar a me irritar com eles. Depender de condução que não tem leis a obedecer. Carestia, 45 reais por um pacotinho de Post-it. Pessoas que me sorriem e falam comigo, pessoas que não olham para mim. Cartões de crédito e dinheiro dentro da calcinha numa bolsinha plástica; kit prevenção de assaltos. Alto da Boa Vista. Alto Leblon. Baixo Gávea. Baixada. Festa. Feira dos Nordestinos. Carne de sol deliciosa, porém paguei seu peso em ouro. Praia de Ipanema à noite. Metrô. Telefone tocando. Toda. Hora. Maquiagem não, filtro solar sim. Panetone com leite condensado. Queijos ruins. Carrocinha de churros. A reforma que ainda não aconteceu na Central do Brasil. Minha árvore de natal brasileira. Inchaço. Brigas. Pele boa, cabelo péssimo. Celular sem plano de dados. Chip da TIM, plano Infinity (stop calling, stop calling, i don’t wanna talk anymore). Ana Maria Braga. Novelas ruins. Deliciosas reprises dubladas de Everybody Hates Chris. Beber com minhas primas. Táxi de madrugada. Ônibus que não roda de madrugada. Frangão de Natal. Zero clima de Natal. Planos para o Ano Novo. Saudades. Risadas. Olhos revirando. Ver as coisas de sempre com novos olhos, ver coisas novas com os olhos de sempre. Não saber se fico. Não saber se vou. Não saber por que estou aqui. Não saber por que estou lá. Calor demais, e o verão nem mesmo começou.
Fall in love? Fall in coffee! (Taken with instagram)
Café péssimo, slogan perfeito. :)
Discussãozinha rolando no Facebook sobre Adele ser ou não mais bonita/talentosa/interessante/gorda que a Beth Ditto.
Me perguntei distraidamente como deve ser chato ser gordo e ser comparado a outra pessoa on the sole basis de que a outra pessoa é gorda também. Mesma sensação de ser brasileiro, chegar numa festa na Bélgica e ser apresentado a outro estranho, e todo mundo ali esperando que vocês fiquem super amigos só porque vieram do mesmo (vastíssimo) país. Ou de ser o único negro na vila e, quando uma negra se muda para lá, perceber que está todo mundo esperando que vocês se casem e tenham filhos pretinhos, porque né, “afinal vocês são pretos!”.
Divago.
Eu gosto da Adele, mas meio que não gosto da Adele. Falta uma certa personalidade ao trabalho dela, um certo punch. Não que seja ruim ou necessariamente pré-fabricado. Ela tem uma boa voz - nada excepcional. Mas é a voz dela mesmo ali, nada de autotune pra “ajudar” a menina a cantar, como fizeram com aquela nulidade que é a Cheryl Cole e tantas outras garotinhas bonitas, magras mas sem o menor talento. É preciso usá-las para alguma coisa midiática, a fim de não desperdiçar a beleza. Fica difícil transformá-las em atrizes porque fingir ter talento pra atuar não dá. Mais simples colocar a voz precária num computador que vai mastigar, digerir e cuspir um timbre vagamente comercial, vagamente robótico, vagamente cheirando a polipropileno.
Adele é muito bonita, o que sempre ajuda comercialmente. As pessoas gostam de olhar para pessoas bonitas, o apelo estético é inegável. Tem uma personalidade gostável, não fala merda em série feito a Lady Gaga e nem tem fama de bitch como a Madonna. Tem um repertório bastante comercial, que não ofende os mais sensíveis com palavrões ou uso de referências sexuais. Acho que Adele é uma receita absoluta de sucesso, tem tudo para agradar, nada para chocar, e vende discos entre adolescentes sonhadoras, donas de casa querendo uma melodia pra assobiar e adultos amargurados recordando amores perdidos ou lamentando os impossíveis.
Beth tem atitude de sobra, mas eu não gosto do timbre da voz dela. Adoro aquela capa da Love, toda a gordura não-photoshopada, não-editada e não-pronta para consumo em massa, mas ali nonetheless, like it or not. Vale lembrar que o mundo tem fobia de gordo. Para a maioria das pessoas, gordo deve se esconder, se manter low profile, não ser muito visível, não falar alto demais e não se exibir como a Beth faz. Senão vira o gordo escroto ao invés do gordo simpático APESAR DE gordo. O gordo com um porém positivo, ao invés do gordo clichê espalhafatoso, espaçoso, fedorento, suando em bicas, a adiposidade esbarrando em coisas e quebrando tudo (muitas vezes dentro dele mesmo).
A Adele aparece em fotos oficiais usando roupa preta em background preto. Ou seja, a menina se anula. A gordura dela fica invisível para fins de apreciação e revenda, e a produção capricha no cabelo e na maquiagem, destacando os olhos claros fotogênicos e a boca perfeita. É como se ela não tivesse corpo nas fotos. Ela esconde a gordura para não ofender as pessoas. Ela é a famosa “gordinha MAS”. “Ela é gordinha MAS é bonita”, “…MAS é legal”, “…MAS sabe se comportar”, a gorda do porém positivo ali em cima.
A Beth é a gorda que pisa na jaca, que posa pelada mostrando as estrias, que usa minissaia, que faz show com os peitos de fora, que é lésbica e fala palavrão, que esfrega batom na testa e não lava o cabelo. A Beth é a “gorda nojenta” clichê, a gorda que, ao se impôr, não se enquadra. A Beth é o que é COM a gordura e não APESAR da gordura.
Não sou particularmente fã de nenhuma das duas, mas o que a gente pensa delas pode dizer mais sobre nós mesmos do que imaginamos.
Peço desculpas pelo sumiço, amigos. Cheguei ontem de viagem (cinco dias em Milão e dois em Hanover), louca pra cair na cama e dormir umas vinte horas, mas tive uma recepção deliciosa: Chantilly, minha querida felina, havia desocupado todo o conteúdo do seu intestino em cima do nosso edredom. Virtualmente impossível entrar no quarto, dado o cheiro. Recolhi o “material ofensivo”, abri as janelas, acendi uma vela BASTANTE perfumada e, às onze da noite, fui procurar no google o endereço de algum supermercado próximo que ficasse aberto 24 horas a fim de comprar outro edredon - porque todos os outros que temos aqui ela já havia “batizado” e estão na fila da lavanderia.
E pensar que eu não tive filhos para não ter que lidar com excrementos alheios, HEIN.
Enfim.
Vamos falar de coisas mais, erm, “perfumadas”. Literalmente:




Achei essa pequena surpresa na H&M italiana; sendo eu A Louca das Latas, é claro que viria pra casa. Eles também tem uma latinha preta, aroma diferente, mas eu só percebi a variedade depois que havia pago e estava saindo da loja. I’ll be back! Os brinquinhos de tigre eu comprei por aqui mesmo (só não lembro onde); o porta maquiagem de renda também é H&M.
Como eu estava em Milão mesmo fui visitar as lojas da KIKO. Gosto bastante dos esmaltes dessa marca milanesa, que só agora começa a fazer algum sucesso por essas bandas. A loja e as embalagens têm um jeitinho de MAC mas os preços são pra lá de amigos sem economizar na qualidade. Esses esmaltes custaram 1.50 euros cada e estou usando o cinza esverdeado há quase uma semana.


De lá também vieram os lipglosses. Por não ser exatamente fã de maquiagem, muitas vezes um batom leve e máscara para cílios são as duas únicas coisas que me animo a usar. Tenho vários batons escuros, como o Dark Side e o Ruby Woo da MAC, mas é fato que batons escuros e opacos envelhecem. Como essa não é a minha intenção, aposto no efeito rejuvenescedor dos brilhinhos labiais.


Esses aí se dizem “extra volume”, mas não percebi nada muito diferente - no máximo ilusão de ótica, já que os brilhos refletem a luz e fazem a boca parecer maior. Já usei batons que efetivamente aumentavam a boca, mas por conter ingredientes irritantes que faziam com que os lábios inchassem - erm, no thanks. Até porque nasci bem dotada no quesito beiços, talvez para compensar a economia no cérebro. As cores, no entanto, são bem bonitas. A duração é *muito* boa e sem deixar a boca gordurosa, como se você tivesse acabado de comer um prato de linguiça frita seguido de macarrão ao alho e óleo - um crime comum dos brilhos labiais.

Continuando o assunto batom (futilidade imperando hoje, tenham paciência), olha só que bonitinhos esses protetores labiais. O da Hello Kitty veio de uma filial do Carrefour (!) em Milão. Tem um cheiro maravilhoso de framboesa e uma cor linda, mas só serve mesmo para proteção porque não colore. Já o da Labello… Não por acaso, minha marca favorita de protetor labial (e que tem fãs no mundo todo). Baratíssima, vendida em farmácia, mas os produtos são cheirosos e não apenas protegem do frio literalmente “de rachar” do inverno, como também dão cor e brilho. Pena que nunca acho na Inglaterra; só a marca “irmã”, produzida pela Nívea, mas que não tem a mesma variedade. No começo do ano achei dois na França (morango e cereja, maravilhosos) e nessa mini estadia em Hanover encontrei esse novo sabor (goiaba!) na drogaria Rossmann. Delícia! Se alguém achar protetores Labello em viagens, especialmente os da linha “Fruit and Shine”, compre sem pestanejar. Very good indeed. :)
Agora passando à outra obsessão:


A caveirinha e o coração com a Union Flag são da Primark (a filial de Hanover, que acabou de abrir e, apesar de ser sucesso absoluto, não vive cheia de gente mal educada e que joga as roupas no chão como aquele pesadelo de Oxford Street); a estrela é da Forever21.


A corujinha eu comprei na Primark para a minha mãe, um ser que ama corujas. Depois de alguns dias considerei seriamente confiscá-lo para uso pessoal. A fim de evitar problemas, voltei lá e comprei um pra mim também. :)





O besouro (ou mosca? libélula anã? borboleta grávida? sei lá, não sou boa com insetos e tenho medo deles, mas gosto muito de anéis com tema de animais) veio da Primark; o ursinho panda e a coroa são do Ebay e a estrela é Forever21 - linda e brilhante, mas eu não percebi que estava com uma pontinha quebrada e a vendedora não me alertou. Ela certamente percebeu o defeito porque, assim que pegou o anel, berrou: “NÃO TROCAMOS BIJOUTERIAS!!” e eu lá, sem entender, fazendo cara de “whatever, dearie”. Dã.
A salada de frutas aí embaixo é da Claire’s - eu me lembro com SAUDADE de quando essa loja era barata…


Sobre a viagem… Eu sei que estou devendo posts sobre os lugares que visito, que tem gente esperando fotos de Nova York até hoje, que eu deveria postar com mais frequência ao invés de ficar dando ibope para redes sociais porque, afinal de contas, é para isso que tenho um blog pessoal. Um dos projetos para 2012, caso o mundo resolva não fazer a fineza de acabar, é dar uma pausa nessas inutilidades da web 2.0 e dar mais atenção ao meu querido diário virtual. Porque a) o facebook virou uma lixeira depois da invasão da patuléia que antes “não sabia mexer ali” e agora atualiza o “status” (ou melhor, a falta de) 50 vezes por dia com memes idiotas e fotos de cachorro morto; b) o formspring saiu de moda (quase todo mundo que valia a pena seguir ali deletou/abandonou a conta) e c) “xingar no Twitter” is sooo 2009.
Mas para fins de prévia, taí um pedacinho de Milão, ao lado da inacreditavelmente linda catedral de Duomo. Segundo o Respectivo esse é o me-lhor chocolate quente da história da humanidade. Olha esse biscoito. Olha quanto chantilly. Olha esses saquinhos de açúcar em formato de coração. E a bebida em si era docinha e espessa, parecia uma sopa cheia de pedaços de chocolate semi derretidos dentro. Até eu, que não gosto de chocolate, fiquei tentada. Mas resisti tomando um americano com creme de leite e adoçante (haha) porque o dia off da dieta seria no sábado…

Já está com fome? Manda abraço pras lombriga, amiga!
Fazendo amigos na Itália. (Taken with instagram)
Comprei esse pinocchio porque, afinal de contas, eu ia sair do país sem nada típico? Porque minhas compras se resumiram a uma bonequinha Monster High, uma echarpe de caveira comprada de um casal de camelôs chineses perto da catedral, uma jaqueta de tweed falso, esmaltes e batons - de uma marca milanesa, é verdade, mas maquiagem de modo geral não é um produto tipicamente italiano, bella.
Só espero que esse pinnochio não seja made in china. Oh the irony.
Come to the dark side… (Taken with instagram)
…we have coffee.
Foto feita no novo shopping de Hanover, a Ernst August Galerie. Três andares e bem organizada (this being Germany), mas achei meia bomba uma vez que a maioria das lojas lá dentro existe às dúzias do lado de fora. Enfim. O café estava péssimo. Nota-se imediatamente a diferença na qualidade quando se sai da Itália. Mas o pequeno Darth Vader foi uma tentação à qual eu não consegui resistir. Queria ter levado outros personagens, mas pegar leve nas inutilidades é preciso.
Natal quase aí, né? Na verdade, não. Estamos em meados de novembro ainda e eu já estou me adiantando. Mas não sou a única; cada vez mais cedo as lojas espalham festão e bolinhas coloridas pelas vitrines a fim de nos convencer a começar a gastar dinheiro mais cedo. Não reclamo porque gosto do clima festivo dessa época do ano. Por mim, quanto mais ele durar, melhor. E comprar não é necessário, mas antes de “bradar contra o consumismo natalino” (zzz) pense nos empregos e salários que dependem da sua carteira. Todo mundo merece ceia de Natal, inclusive aquele vendedor simpático da sapataria.
Minha árvore de natal (e os enfeites, luzinhas, guirlanda para a porta, christmas crackers e todo o resto) ficaram em Jersey. Como planejo ir ao Brasil esse ano para o Natal, não estou lamentando tanto não ter podido decorar essa casa. Quando eu voltar a TER uma casa de verdade, aí sim. :) Por ora, só pus na janela esses penduricalhos comprados em Chatsworth:



O outono ainda nem foi embora. As folhas já cobrem o jardim, os esquilos já estão em alerta vermelho para encarar o frio e a escassez comida que se aproxima, descobri um porco espinho construindo seu abrigo de inverno no fundo do quintal e já passou da hora de limpar e guardar essa mesa e essas cadeiras. Porque elas não voltarão a ser usadas até, quem sabe, março do ano que vem.

A vista da janela do meu “estúdio”. Agora que as folhas caíram posso ver a ruazinha que passa na lateral da casa.

Estava percorrendo a TopShop outro dia quando vi essa caneca na seção de presentes. Como todos sabem, eu tenho obsessões por coisas randômicas. A saber, algumas: necessáires, porta cartões, anéis, cabides (não pergunte), cadernos e, claro, canecas. Eis a última aquisição, uma vez que não consegui deixá-la na loja.



De Chatsworth também veio esse postal, que é uma reprodução de uma pintura da artista Maria Cosway (1759-1838). A retratada é Georgiana Cavendish, duquesa de Devonshire - sim, a mesma do filme com a Keira Knightley e parente distante da Princesa Diana. Ela tem uma biografia deveras interessante (meio mal contada no filme; “licença poética”, ok?) e era a verdadeira fashionista da sua época. Ainda bem que ela morreu há alguns séculos - do contrário estaria hoje vestindo color block, batom Snob, ankle boots e postando foto de look no seu blog fashion-aristocrático.

Hidratante labial da H&M. Não consegui resistir às latinhas (esqueci de adicionar LATAS à lista de coisas randômicas que eu “coleciono” sem nem perceber). Elas são bem mais bonitas ao vivo.


Essas aí vieram do Old House Museum em Bakewell.

E essa latinha aí embaixo eu não lembro de onde saiu. Mas era tão adorável, com esse arzinho levemente art nouveau, que eu trouxe para casa.


Infelizmente ela sofre da “síndrome de doce japonês”. Nota dez em aparência; já o conteúdo… Dentro, pequenas balinhas açucaradas com sabor de… violeta? Sinceramente, muito ruins. Não sei o que fazer com elas; pena de jogar fora, mas gostaria de aproveitar a latinha para outros fins. O copo da foto é da Anthropologie.

Para finalizar esse post “enlatado”: minha mãe é fã dos chás da Twinings e me pediu algumas caixinhas. Resolvi colocar as teabags dentro dessa latinha meiga em comemoração ao casamento real; ela já veio da loja cheia de chá, mas era o comum matinal e mamãe prefere os de fruta.


E aí, será que ela vai achar bonitinho? :)
Fiquei sem internet anteontem por mais de 20 horas. Nunca me diverti tanto.Fui fazer fotos do outono no Eagle Pond mas FAIL porque, quando cheguei lá, percebi que a maioria absoluta das árvores do parque eram evergreens - ou seja, folhas verdinhas, todas intactas e coladinhas nos respectivos galhos. Fuck my life. O display outonal estava bem mais interessante na avenida principal do meu bairro; só que boa parte das folhas já estava igual ao predinho da Maria do Carmo segundo a dona Armênia, ou seja, na chón (noveleira vintage mode OFF).





Rosehips são legais. Depois que as rosas terminam de florescer no final do verão e caem, sobram esses cotoquinhos redondos lotados de coisinhas nutritivas que rosas curtem, nham. Há quem use para fazer xarope ou perfume, e nessa época em que tudo vai ficando cinzento,eles são um toque de cor bastante bem vindo.

gansinhos na lagoa, cuén cuén.

tiazinha dando papá aos passarinhos, óun.

a rose is just a rose.

estava verde.

gatim bunitim que posou tão direitim.

scummy mummy mal encarada que me deu um esbarrão e estragou a minha foto passando na frente - nem teve a decência de desapertar o passo pra não sair borrada. Dois programas que não me entusiasmam: levar bebê e cachorro pra passear. Por isso não engravido e tenho gatos.

Bucólico.



Sempre um FDP pra poluir.
O outono por essas bandas de cá é muito mais in-your-face do que em Jersey, onde as folhas davam uma amarelada tímida por cinco segundos antes de despencar do galho. Aqui o espetáculo é bem mais colorido e intenso; bonito, viu? Estou com um quilo de fotos do Peak District, onde o outono é quase em tecnicolor de tão lindo - mas cadê a vontade de editar?
Ontem eu comprei uma impressora porque quebrei a anterior dando pauladas nela com uma boneca. Não pergunte. Na verdade ela já tinha uns sete anos de vida e começou a apanhar porque parou de funcionar, então não fui bem eu que quebrei, me sinto menos mal etc. Preciso tomar remedinho para controlar meu humor? Sim ou com certeza? Enfim, a nova também é HP (eu não aprendo) e só custou 29 libras na PC World (mesmo modelo por 43 paus na Amazon, OLHA). Cada cartucho original custa 26 reais, ou seja, eles vendem um produto por 29 dinheiros e, dentro dele, dois produtos custando um total de 52. ECONOMIC SENSE: THAT MAKES NONE.
Comecei novamente a fazer um journal (de papel, tradicional) e já estou três dias atrasada nos updates. Por que eu não aprendo?













and we sit here while everything unfolds and spreads out and blooms and explodes with life everywhere, and we take in the scent and the colours and the joy and the beauty and the hope that soon it’ll be our turn to become alive again, not realizing that, unlike the flowers around us waking up to the sun, our roots have already died and we’ve already begun to decay.
“if not now, when?”
O novo sucesso de vendas da Primark é esse charm bracelet. Todas quer, todas coleciona. Eu adoro os pingentinhos luxo da Thomas Sabo, mas com alguns custando até 200 dinheiros, não vai estar rolando. :) Esses aí embaixo custaram uma libra cada (menos de três reais):


Adoro esse regador de plantas azul:

Mas aí eu entrei na Accessorize e eles tinham charms, também… Me apaixonei por essa câmera, um pouco mais cara por cinco libras, mas foi impossível resistir:


E assim ela veio se juntar ao meu bracelete (já pesado de tantos penduricalhos):

Últimas aquisições para a coleção:

E, já que estamos em outubro…

Falta só a caveirinha e a aranha.
Por incrível que pareça, uma das melhores compras que fiz em NY foram esses esmaltes. Milani é o nome da marca. Super baratos, mas não ficaram devendo na qualidade. Testei esse verdinho semana passada, salpicado de bolinhas brancas; uma camada bastou para cobrir a unha e só saiu quando ralei a mão picando legumes - e depois, com muito esforço da acetona.

Notem que estou um tanto quanto obcecada por esmaltes com glitter (logo eu, que não gostava nem de cintilantes!).

Esses aí embaixo não vieram de NY. O amarelo da KIKO eu comprei ontem no shopping, e o irridescente é da Accessorize e me lembrou um bocado o Mean and Green da MAC (só que sem tanto dourado):



Deu pra ver nada direito, né? Lolla fazendo swatches = FAIL. Se eu dependesse de virar blogueira de moda pra ganhar a vida, morreria de fome fácil. Maaas, o que interessa: adorei o dito cujo. Não testei o KIKO ainda mas já meio que me arrependi desse tom de amarelo. Mas os brilhinhos são lindos…

Ready to Halloween! Essa aqui foi só pra irritar minha mãe neo evangélica que se incomoda horrores com as minhas caveiras.
Hoje meu cabelo amanheceu castanho. Seja bem vindo de volta. ♥
Colchester, England (Taken with instagram)
Camvlodvnvm, uma das cidades mais antigas da Inglaterra.

New York, New York.
Se eu disser que a versão DE LEGO é mais impressionante que a original alguém me bate?
Passamos o dia em Colchester. Quer dizer, algumas horas. Demoramos tanto para chegar lá, parando pelo caminho para ver coisas e comer, que só tivemos tempo de olhar as ruínas normandas, dar uma volta no parque, tomar uma coca diet e voltar para casa. Yay.
Anyway, o dia estava lindo. Nem precisei de cardigan.
Volto já.
Autumn is here. (Taken with instagram)


